Proportione Legacy
Migrar software legacy sem decidir às cegas
Migrar um sistema de que a empresa depende assusta, e com razão. O erro mais comum não é técnico: é escolher o destino antes de saber o que o sistema faz. Esta página explica a ordem em que trabalhamos.
Pedir um diagnóstico de transição
Basta descrever o sistema e o processo que dele depende. Não envie credenciais nem bases de dados.
Em poucas palavras
- Primeiro, o que o sistema faz hoje; depois, o destino.
- O diagnóstico entrega inventário, opções (construir, comprar ou ligar) e proposta de âmbito por fases.
- Um piloto delimitado, com critérios de aceitação fixados de antemão, antes de seguir.
- Entrega por fases, com critérios de aceitação e plano de reversão.
- Pode migrar-se sem depender de quem programou o sistema, com autorização do titular.
Uma migração começa por um inventário, não por uma ferramenta
Imagine uma fábrica do norte onde o sistema de gestão da produção e das encomendas funciona há muitos anos. Ninguém sabe dizer ao certo que relatórios dele dependem, nem que exceções foram sendo acrescentadas ao longo do tempo. A administração quer mudar. A equipa tem receio.
Este exemplo é hipotético e não corresponde a nenhum cliente da Proportione.
Nessa situação, a primeira pergunta não é «para onde levo isto?», mas «o que faz, na prática?». Começamos por um diagnóstico dos seus dados e processos antes de escolher destino. Fica com um inventário de processos e dados, as opções e uma proposta de âmbito por fases.
O que significa para si: sabe o que existe antes de decidir. Próximo passo: pedir o diagnóstico.
Construir, comprar ou ligar: três caminhos, uma decisão por escrito
Para cada parte do sistema há três caminhos.
- Construir: software à medida, quando o processo é seu e nenhum produto o cobre sem o forçar..
- Comprar: um produto de mercado, quando a necessidade é corrente e um produto padrão a cobre bem.
- Ligar: manter o sistema e abri-lo com conectores. Veja integrar software antigo.
O diagnóstico compara os três com dados do seu caso. A decisão fica por escrito, parte a parte. Não é obrigatório migrar tudo, nem de uma só vez.

Não precisa de quem o programou nem da documentação
Dá-se por adquirido que, sem o autor e sem manual, não há migração. Não é uma regra. Pode migrar-se um sistema sem depender de quem o programou nem da sua documentação: parte-se do sistema em funcionamento, dos seus dados e do seu comportamento, com autorização do titular.
É método, não garantia. Exige critério para distinguir o que o sistema faz do que deveria fazer, e deixar escrito o que se descobre. Nem todos os sistemas permitem recuperar toda a informação, e isso fica explícito desde o diagnóstico.
Um piloto delimitado confirma o caminho antes de seguir
Antes de migrar tudo, propomos um piloto delimitado: uma parte do sistema, com critérios de aceitação fixados de antemão. Se os critérios não se cumprirem, não se avança. Se se cumprirem, a decisão de seguir assenta em factos e não em expectativa.
Nem todos os projetos pedem piloto. Quando o caso o pede, é este o formato.
Pedir um diagnóstico de transição
A entrega faz-se por fases e com plano de reversão
Uma migração inclui dados, utilizadores e integrações. Cada fase tem os seus critérios de aceitação, testados com quem usa o sistema. O plano de reversão define-se antes de tocar em nada: se uma fase não passar, sabe-se como voltar atrás.
Não prometemos ausência de impacto na operação. O plano por fases e a reversão existem para gerir esse risco, não para o negar.
Documentação, exportação e custódia fazem parte do desenho
No fim de cada fase, a documentação do que foi feito, a exportação dos dados e a custódia estão prontas e podem ser comprovadas. A empresa não fica dependente de um fornecedor para saber o que tem.
Quando não compensa migrar
Há sistemas que não compensa migrar. Se o sistema funciona, é estável e só precisa de falar com outro, ligá-lo pode ser suficiente. Se o histórico só se consulta, pode ficar numa aplicação de consulta. O diagnóstico existe também para dizer que não é preciso mudar.
Perguntas frequentes
Quanto tempo demora uma migração?
Depende do âmbito, dos acessos e do que o diagnóstico encontrar. Não damos prazo antes de delimitar o sistema; o calendário é acordado depois dessa fase.
Posso migrar sem a documentação?
Pode migrar-se sem depender da documentação nem de quem programou o sistema: parte-se do sistema em funcionamento, dos seus dados e do seu comportamento, com autorização do titular. É método e possibilidade, não garantia.
E se a migração correr mal?
Por isso se entrega por fases, com critérios de aceitação e plano de reversão. O plano define-se antes da mudança e cobre o momento da passagem.
Preciso de parar a produção?
Não afirmamos que não haja impacto. O plano por fases, os testes com quem usa o sistema e a reversão servem para gerir esse risco. O que se aplica ao seu caso fica no diagnóstico.
Que informação envio para começar?
O sistema que usa, o processo que dele depende e quem coordena a operação. Sem credenciais nem bases de dados no primeiro email.
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