Proportione Legacy

Migrar software legacy sem decidir às cegas

Migrar um sistema de que a empresa depende assusta, e com razão. O erro mais comum não é técnico: é escolher o destino antes de saber o que o sistema faz. Esta página explica a ordem em que trabalhamos.

Pedir um diagnóstico de transição

Basta descrever o sistema e o processo que dele depende. Não envie credenciais nem bases de dados.

Em poucas palavras

  • Primeiro, o que o sistema faz hoje; depois, o destino.
  • O diagnóstico entrega inventário, opções (construir, comprar ou ligar) e proposta de âmbito por fases.
  • Um piloto delimitado, com critérios de aceitação fixados de antemão, antes de seguir.
  • Entrega por fases, com critérios de aceitação e plano de reversão.
  • Pode migrar-se sem depender de quem programou o sistema, com autorização do titular.

Uma migração começa por um inventário, não por uma ferramenta

Imagine uma fábrica do norte onde o sistema de gestão da produção e das encomendas funciona há muitos anos. Ninguém sabe dizer ao certo que relatórios dele dependem, nem que exceções foram sendo acrescentadas ao longo do tempo. A administração quer mudar. A equipa tem receio.

Este exemplo é hipotético e não corresponde a nenhum cliente da Proportione.

Nessa situação, a primeira pergunta não é «para onde levo isto?», mas «o que faz, na prática?». Começamos por um diagnóstico dos seus dados e processos antes de escolher destino. Fica com um inventário de processos e dados, as opções e uma proposta de âmbito por fases.

O que significa para si: sabe o que existe antes de decidir. Próximo passo: pedir o diagnóstico.

Construir, comprar ou ligar: três caminhos, uma decisão por escrito

Para cada parte do sistema há três caminhos.

  • Construir: software à medida, quando o processo é seu e nenhum produto o cobre sem o forçar..
  • Comprar: um produto de mercado, quando a necessidade é corrente e um produto padrão a cobre bem.
  • Ligar: manter o sistema e abri-lo com conectores. Veja integrar software antigo.

O diagnóstico compara os três com dados do seu caso. A decisão fica por escrito, parte a parte. Não é obrigatório migrar tudo, nem de uma só vez.

Ponente da Proportione numa conferência de sistemas de informação, em Coimbra
Conferência de sistemas de informação, Coimbra, outubro de 2026.

Não precisa de quem o programou nem da documentação

Dá-se por adquirido que, sem o autor e sem manual, não há migração. Não é uma regra. Pode migrar-se um sistema sem depender de quem o programou nem da sua documentação: parte-se do sistema em funcionamento, dos seus dados e do seu comportamento, com autorização do titular.

É método, não garantia. Exige critério para distinguir o que o sistema faz do que deveria fazer, e deixar escrito o que se descobre. Nem todos os sistemas permitem recuperar toda a informação, e isso fica explícito desde o diagnóstico.

Um piloto delimitado confirma o caminho antes de seguir

Antes de migrar tudo, propomos um piloto delimitado: uma parte do sistema, com critérios de aceitação fixados de antemão. Se os critérios não se cumprirem, não se avança. Se se cumprirem, a decisão de seguir assenta em factos e não em expectativa.

Nem todos os projetos pedem piloto. Quando o caso o pede, é este o formato.

Pedir um diagnóstico de transição

A entrega faz-se por fases e com plano de reversão

Uma migração inclui dados, utilizadores e integrações. Cada fase tem os seus critérios de aceitação, testados com quem usa o sistema. O plano de reversão define-se antes de tocar em nada: se uma fase não passar, sabe-se como voltar atrás.

Não prometemos ausência de impacto na operação. O plano por fases e a reversão existem para gerir esse risco, não para o negar.

Documentação, exportação e custódia fazem parte do desenho

No fim de cada fase, a documentação do que foi feito, a exportação dos dados e a custódia estão prontas e podem ser comprovadas. A empresa não fica dependente de um fornecedor para saber o que tem.

Quando não compensa migrar

Há sistemas que não compensa migrar. Se o sistema funciona, é estável e só precisa de falar com outro, ligá-lo pode ser suficiente. Se o histórico só se consulta, pode ficar numa aplicação de consulta. O diagnóstico existe também para dizer que não é preciso mudar.

Perguntas frequentes

Quanto tempo demora uma migração?

Depende do âmbito, dos acessos e do que o diagnóstico encontrar. Não damos prazo antes de delimitar o sistema; o calendário é acordado depois dessa fase.

Posso migrar sem a documentação?

Pode migrar-se sem depender da documentação nem de quem programou o sistema: parte-se do sistema em funcionamento, dos seus dados e do seu comportamento, com autorização do titular. É método e possibilidade, não garantia.

E se a migração correr mal?

Por isso se entrega por fases, com critérios de aceitação e plano de reversão. O plano define-se antes da mudança e cobre o momento da passagem.

Preciso de parar a produção?

Não afirmamos que não haja impacto. O plano por fases, os testes com quem usa o sistema e a reversão servem para gerir esse risco. O que se aplica ao seu caso fica no diagnóstico.

Que informação envio para começar?

O sistema que usa, o processo que dele depende e quem coordena a operação. Sem credenciais nem bases de dados no primeiro email.