Proportione Legacy

Software antigo que não fala com o resto

O software que a sua empresa usa funciona, mas está isolado. Os dados passam de um sítio para outro por ficheiros, por cópia manual ou por ligações que só uma pessoa conhece. Integrar não é substituir. É decidir como o sistema antigo fala com os outros. Começamos por um diagnóstico dos seus dados e processos.

Pedir um diagnóstico de transição

Para começar, basta descrever os sistemas e o que passa entre eles. Não envie credenciais nem bases de dados.

Em poucas palavras

  • Integrar é decidir como um sistema fala com os outros, sem ter de o trocar.
  • Por vezes basta um conector. Outras vezes são precisas APIs. O diagnóstico diz qual.
  • Primeiro o processo, depois a ligação, no fim a IA.
  • Não prometemos ligação com PLC, SCADA ou MES, nem controlo de máquinas.

Ligar dois programas diretamente é fácil. Ligar dez, não escala

Quando se liga cada programa a cada outro, cada alteração obriga a rever várias ligações. Com três sistemas é gerível. Com dez, ninguém sabe o que depende de quê.

Uma API é uma porta única e documentada para os dados de um sistema. Com ela, os outros programas ligam-se a essa porta e não uns aos outros.

O que significa para a sua empresa: menos ligações soltas e mais claras. Passo seguinte: dizer-nos que sistemas trocam dados hoje e como.

Quando basta um conector

Um conector lê os dados de um sistema antigo e entrega-os a outro, sem mexer no sistema. Pode bastar quando:

  • o sistema antigo só tem de partilhar dados, não de receber alterações;
  • o que precisa de sair é um conjunto conhecido (encomendas, stocks, clientes);
  • ninguém precisa de alterar o próprio sistema antigo.

Não basta quando o sistema antigo tem de ser alterado, quando já não é possível obter os dados com autorização do titular ou quando o problema é o próprio sistema, não a ligação. Nesses casos, a opção é migrar.

O que significa para a sua empresa: nem todo o software antigo tem de ser substituído para ser útil. Passo seguinte: pedir o diagnóstico e dizer-nos que dados quer disponibilizar.

Equipamento e máquinas

Os conectores tratam de dados entre aplicações. Não controlamos máquinas nem linhas, e não prometemos integração com PLC, SCADA ou MES.

Se o seu caso passa por equipamento, diga-nos que equipamento tem e que aplicação lê os seus dados hoje. O diagnóstico avalia o que é possível ligar, sem prometer mais do que isso.

Exemplo hipotético: a encomenda que se escreve três vezes

Imagine uma empresa industrial de média dimensão, no centro ou norte do país. A encomenda de um cliente chega por correio eletrónico. Alguém copia os dados para uma folha de cálculo e, depois, para o programa de gestão. Quando o prazo muda, atualiza-se uma das cópias, nem sempre as três.

Esta cena é inventada para ilustrar. Não descreve nenhuma empresa concreta.

Num caso assim, o diagnóstico mapeia quem escreve o quê e onde. Só depois se vê se um conector que leia a folha e alimente o programa de gestão chega, ou se é preciso rever o próprio processo.

Dados prontos para a IA

Antes de pôr IA sobre os dados, é preciso que estejam ordenados e acessíveis. Um conector ou uma API é, muitas vezes, o passo que falta.

A IA pode ser executada nos seus próprios servidores, incluindo numa rede sem ligação à Internet. Veja IA sobre dados de software legacy.

O que significa para a sua empresa: a IA assenta em dados que já estão ligados. Passo seguinte: pedir o diagnóstico.

O que recebe e como se avança

  • Um diagnóstico dos seus dados e processos, com inventário e opções (construir, comprar ou ligar).
  • Uma proposta de âmbito por fases, com critérios de aceitação em cada uma.
  • Um piloto delimitado, quando o caso o pede, com critérios de aceitação fixados à partida.
  • Entrega por fases, com critérios de aceitação e plano de reversão.
  • Documentação, exportação e custódia dos dados, verificáveis.

O preço e o calendário acordam-se depois de delimitar o sistema.

Pedir um diagnóstico de transição

Perguntas frequentes

Preciso de abrir o código do software antigo?

Nem sempre. Parte-se do sistema em funcionamento, dos seus dados e do seu comportamento, com autorização do titular. É um método e uma possibilidade, não uma garantia para qualquer caso.

Podem ligar-se a máquinas e linhas?

Não prometemos integração com PLC, SCADA ou MES, nem controlo de máquinas. O diagnóstico avalia o que é possível ligar no seu caso.

E se o fornecedor do software não permitir?

A autorização do titular é condição. Se o fornecedor não a dá, o diagnóstico diz o que fica de fora e que alternativas existem.

Conector ou migração?

Depende do problema. Se o sistema cumpre e só está isolado, basta ligá-lo. Se o próprio sistema é o obstáculo, a opção é migrar. O diagnóstico compara as duas.

É preciso substituir o software antigo para ter uma API?

Não necessariamente. Um conector pode expor os dados de um sistema antigo sem o substituir.